Cajueiro, cajueiro,
de onde caí quando era jovem,
por onde andas, meu amigo?
Penso em ti toda vez que chove.
Cajueiro, cajueiro,
de onde caí quando era jovem,
escrevo-lhe para dizer
que caí e doeu, doeu.
Cajueiro, ah!, cajueiro,
que vida amarga, meu amigo!
A gente tenta tantas vezes,
que o amor acaba inibido.
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