Estendo minha a mão a ti.
Eu, desesperado,
apelo.
Tu me vês dessa margem
com os meus próprios olhos.
Vejo minhas mãos.
E elas negam a si próprias.
Mas é preciso que te olhes;
é preciso afogar-te neste lago,
para que eu torne a respirar.
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