O artista sabe que é preciso
morrer aos poucos para produzir.
Ele sabe ser conciso;
sabe quando deve fingir.
Tão excelente fingidor ele é,
que pensa ser mesmo um cientista,
profeta, professor, cantor, artista...
Brinca de ser ateu e fala de fé.
E, ao final de sua obra recente,
o artista pensa ser ela a melhor.
Mas, quando fala a alguém ali presente,
é só artista a falar de amór.
Aos senhores Jorge Rezende e Cesar Carvalho
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É verdade! Bota fingimento nisso.
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